Desapareceu hoje, aos 119 anos bem vividos, o JORNAL DO BRASIL...
...sem deixar herdeiros, mas centenas de afilhados que dele receberam belas lições de dignidade, ética no trato das coisas coletivas e públicas, orientação correta na busca da verdade e, principalmente, a certeza de que só se faz um bom jornalismo com honestidade profissional e o mínimo de imparcialidade! Que as gerações futuras de repórteres & fotógrafos se inspirem na sua história para levar as verdadeiras Histórias do Brasil aos leitores dos JORNAIS DO BRASIL !
Aqui de longe lamento ter estado ausente num momento tão importante para nós, que vivemos na redação do JB a magnífica experiência de, simultaneamente, aprender jornalismo e aprender a amar o jornalismo. Meu abraço fraterno a todos que dividiram comigo essa passagem.
Prezado Fleury, parabéns pelo texto certo e verdadeiro. Romildo, eu e o Perin, nós três, viajamos sempre ao final do trabalho naquele fusquinha para Niterói em 1975. Abraço todos os colegas com os quais tive a honra de aprender e crescer nos meus meteóricos e profícuos quatro meses de JB. Saudades do Fontes, do Eduardo Pinto, do Luiz Paulo Coutinho e de outros companheiros que partiram. Não fui à Cinelândia por estar adoentado. Mas o JB, o seu espírito e o bom ambiente de trabalho sempre estiveram em mim. E permanecerão. Marcelo Câmara.
Parabéns, sr. Fleury. Seu texto me emocinou e este blog me levou as lágrimas, apesar de isso náo ser muito dificil pois nesta fase da vida sempre ficamos mais sensíveis do que o normal. Já passei dos 70. Sou máe do Jorge Antonio Barros, que foi seu repórter no JB.
Parabéns colega Fleury.Texto inspirado,vai para a 'primeirinha'!
ResponderExcluirAbrs.
Aqui de longe lamento ter estado ausente num momento tão importante para nós, que vivemos na redação do JB a magnífica experiência de, simultaneamente, aprender jornalismo e aprender a amar o jornalismo. Meu abraço fraterno a todos que dividiram comigo essa passagem.
ResponderExcluirRomildo, todos que viveram por dentro o JB estiveram presentes.
ResponderExcluirMeu amigo Romildo, sentimos sua falta no encontro luminoso (o sol estava forte e o céu bonito)na Cinelândia de terça-feira dia 31 de agosto.
ResponderExcluirPrezado Fleury, parabéns pelo texto certo e verdadeiro.
ResponderExcluirRomildo, eu e o Perin, nós três, viajamos sempre ao final do trabalho naquele fusquinha para Niterói em 1975.
Abraço todos os colegas com os quais tive a honra de aprender e crescer nos meus meteóricos e profícuos quatro meses de JB.
Saudades do Fontes, do Eduardo Pinto, do Luiz Paulo Coutinho e de outros companheiros que partiram.
Não fui à Cinelândia por estar adoentado. Mas o JB, o seu espírito e o bom ambiente de trabalho sempre estiveram em mim. E permanecerão. Marcelo Câmara.
Parabéns, sr. Fleury. Seu texto me emocinou e este blog me levou as lágrimas, apesar de isso náo ser muito dificil pois nesta fase da vida sempre ficamos mais sensíveis do que o normal. Já passei dos 70. Sou máe do Jorge Antonio Barros, que foi seu repórter no JB.
ResponderExcluirO Fleury, fiquei arrepiada! bacana mesmo e somente quem participou de um jornal como o nosso sabe. quem viveu, viveu mas, acima de tudo, viva nós.
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